A direita teve responsabilidades em todas as intervenções do FMI

Ultimamente ha uma tentativa de colagem do PS aos resgates de Portugal, como se o PS fosse o responsável por todas as “falencias” desde 74 ate hoje.

O primeiro resgate aconteceu em 1977 Mario Soares era realmente o PM, e ainda bem senao ninguem nos teria emprestado nada, mas o PSD também esta nesse governo (Mota Pinto) e o ministro das finanças era, imaginem, Medina Carreira!

Portugal saia de uma ditadura de 40 anos culminando num periodo louco de instabilidade politica e economica (PREC). Isto ja para nao falar na crise petrolifera dos anos 70.

O segundo resgate acontece em 1983 com um governo PS/PSD que se seguiu a um governo de direita (PSD/CDS/PPM) que teve responsabilidades e grandes neste resgate.

O terceiro resgate aconteceu com um governo do PS no meio da maior crise internacional desde 1929, Nunca saberemos também se o PEC IV (elogiado por Merkel e Durao Barroso) nao o teria evitado, e isso é uma responsabilidade do PSD e CDS tal a pressa que tinham de ir para o poder.

Em todos os resgates temos “a mao” da direita que gosta de se fazer de moralista aparecendo como o exemplo do rigor.

Rico rigor…

Fonte: Aventar

A lata de Marcelo

Marcelo Rebelo de Sousa afirmou hoje:

Pode-se poupar em muita coisa, mas poupar na saúde dos portugueses não é um bom princípio para quem quer afirmar a justiça social e construir um Estado democrático mais justo.

Nao me recordo que Marcelo Rebelo de Sousa nos seus “exames” semanais se tenha mostrado critico, durante a anterior legislatura, em relação a esta materia.

Mas para ganhar as presidenciais vale tudo, ate criticar a politica do governo constituido pelos partidos que o apoiam, e que ele na altura, convém recordar, apoiou.

O que vira a seguir professor?

Um Natal na prisão de Caxias (1962)

Recordando um Natal na prisão de Caxias, porque é natal!
E recordando também as condições desumanas em que muitos reclusos passam esta quadra nas prisões portuguesas.
Porque afinal também eles sao seres humanos.

Caminhos da Memória

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Um texto de José Hipólito dos Santos (*):

 
Transferidos do Reduto Norte para o Reduto Sul do Forte de Caxias 

De repente fomos avisados, na formatura do meio-dia, de que a prisão ia entrar em obras durante uns meses e que, durante esse tempo, seríamos instalados no forte do Reduto Sul, situado a 200m de distância. Aí funcionara uma prisão de «presos comuns», abandonada por não assegurar um mínimo de condições humanas para os presos.

A PIDE aproveitou essa transferência forçada para fazer grandes mudanças na distribuição dos presos, o que acontecia com frequência, para evitar que se consolidasse uma estrutura organizativa, com eventuais ideias «aventureiras». Foi assim que me fui encontrar com o meu irmão, numa sala com quarenta presos! Sala grande, no primeiro andar, desconfortável, bastante fria, mas de onde se via o estuário do Tejo e a estrada ao longe. Também se via passar…

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Miseráveis…

Joana Amaral Dias foi criticada ha uns tempos atras por um post particularmente duro no FB. Nesse post JAD responsabilizava a politica do governo de Passos pelas mortes nos hospitais, quem achou excessivo o tom do post pode agora ir ao funeral do David.

Viver Ramalde - Viver o Porto

Duas realidades chocantes.

O Banif vai custar aos portugueses mais de 3.500 milhões de euros. Um roubo indecente.

David Duarte, um jovem de 29 anos, foi acometido de uma hemorragia cerebral e morreu no Hospital S. José, em Lisboa, porque ao fim de semana os neurocirurgiões não trabalham.

Esta gente da direita que desgovernou Portugal não tem perdão.

Miseráveis…

Alfredo Fontinha

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BANIF

O anterior governo e o BP sabiam da real situaçao do BANIF, situaçao que esconderam e desvalorizaram o primeiro por motivos eleitoralistas o segundo por pura incompetencia.

Ficou assim mais clara a recondução de Carlos Costa no cargo, afinal governo e BP foram parceiros neste autentico crime economico que agora todos teremos de pagar.

Nao bastando a incompetencia demonstrada, ainda temos que assistir às vergonhosas declarações do lider parlamentar do CDS que, veio agora criticar a solução encontrada para um problema que o governo do qual fez parte adiou a sua resolução aumentando dessa forma os custos finais.

Incompetencia e falta de vergonha algo a que o anterior governo sempre nos habituou.

O sucesso de uma governação de 4 anos da direita em portugal

Um em cada cinco portugueses é pobre. Taxa manteve-se em 2014 ao mesmo nível de 2013. Mas agravou-se tanto nos desempregados como entre quem está a trabalhar. Desigualdade na distribuição dos rendimentos com ligeira descida ligeira.

O aumento do risco de pobreza que se registou no país em 2012 e 2013 fez regressar esta taxa a níveis próximos de 2004, antes de se iniciar a trajectória de redução entretanto interrompida durante a crise. E em 2014 a taxa de risco de pobreza estimada pelo Instituto Nacional de Estatística não se alterou, mantendo-se em 19,5% da população.

Um em cada cinco portugueses é pobre. Se há tendências distintas nos números que o INE divulgou nesta sexta-feira – a pobreza voltou a aumentar entre a população idosa, sobretudo entre os reformados, mas diminui de forma ligeira entre as crianças –, um dado salta à vista: a pobreza agravou-se tanto na população desempregada como entre as pessoas que têm trabalho.

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Fonte: Pobreza estabiliza mas sobe entre a população empregada – PÚBLICO

Retrato da pobreza em Portugal

População idosa voltou a registar um aumento do risco de pobreza pelo segundo ano consecutivo. Nas crianças houve uma ligeira diminuição. Dos desempregados, 42% estão em risco de pobreza.

Alguns números do INE: “40,7% das pessoas vivem em agregados sem capacidade para assegurar o pagamento imediato, sem recorrer a empréstimo, de uma despesa inesperada próxima” do valor mensal da linha de pobreza, 422 euros (42,2% em 2014); “23,8% das pessoas vivem em agregados sem capacidade para manter a casa adequadamente aquecida (28,3% em 2014)”; ou “10,1% das pessoas vivem em agregados sem capacidade para pagar atempadamente rendas, encargos ou despesas correntes (12,0% em 2014).

Quando, no início do ano, o INE divulgou os números sobre o aumento da pobreza em 2013, que se mantém agora ao mesmo nível, Pedro Passos Coelho, então primeiro-ministro, interpretou-os como um retrato do passado.

Fonte: Público