100 mortos que hoje passaram despercebidos

Também sao vitimas do terrorismo também tiveram uma morte atroz mas hoje nao foram noticia.

Um grande incêndio deixou mais de 100 mortos em um acampamento de refugiados na cidade portuária de Calais, na França, horas após os atentados terroristas em Paris.A origem do fogo ainda é desconhecida pelas autoridades, que descartaram qualquer relação entre o incidente e os massacres realizados na capital francesa na mesma noite. Mais de 10 mil metros quadrados foram atingidos pelas chamas, que demoraram para ser controladas pelos bombeiros – principalmente devido aos fortes ventos no local, que ajudavam o fogo a se espalhar.O acampamento, localizado na cidade francesa mais próxima do Reino Unido, abrigava milhares de refugiados vindos do Afeganistão, Iraque, Sudão, Síria, Etiópia e Eritréia. A maioria deles vivia em tendas e cabanas com condições precárias de higiene.

Fonte: Incêndio destrói acampamento de refugiados na França – Notícias – R7 Internacional

“Um sonho de humanidade”. A vida de refugiados pelos olhos das crianças

Ao longo das margens do rio Sena, em Paris, estão expostas fotografias tiradas por crianças sírias do campo de Kawergosk, no Curdistão iraquiano.

Retratos das duras condições de vida dos refugiados tirados por eles próprios e por repórteres estão à vista de todos nas paredes de Paris. Os muros também podem servir para despertar consciências.

Sao os filhos de alguém mas poderiam ser os nossos…

Fonte: Renascença

Refugiados da guerra síria podem travar envelhecimento do interior

As regiões mais envelhecidas do país podem beneficiar com o acolhimento de refugiados da guerra Síria. A receber os migrantes, a faixa do interior do país de Trás-os-Montes ao Alentejo, onde há regiões que estão entre as dez mais envelhecidas da Europa, “pode ver revertida a tendência com o facto dos refugiados serem maioritariamente constituídos por casais jovens, muitos com filhos, contribuindo diretamente para um maior equilíbrio entre os grupos etários dos mais idosos e os dos mais jovens”.

A opinião é de Carlos Jorge Silva, especialista em estudos demográficos da Universidade de Aveiro (UA), que, para ajudar a contornar a crise de natalidade, aponta ainda que Portugal poderia receber cinco vezes mais do que os 4500 refugiados previstos.

Fonte: Refugiados da guerra síria podem travar envelhecimento do interior