Rennie para “eles”

“Eles” queriam governar mas o parlamento nao deixou.

“Eles” nao queriam um governo com apoio parlamentar da esquerda, riram-se ate da possibilidade, mas la tiveram que levar com ele.

“Eles” desejaram e fizeram tudo para que as negociações em Bruxelas sobre o OE corressem mal, mas nao correram tao mal quanto “eles” queriam.

“Eles” queriam que os juros da divida publica subissem sem parar na ultima semana, mas os juros começaram a baixar.

Para “eles” que tanto mal desejam a Portugal e nenhum desejo é atendido receito isto:

rennie

Mário Centeno e os “politicões”

VAI E VEM

Mário Centeno AREra fácil perceber que os ministros-académicos estariam na mira dos ataques dos “políticões” que agora passaram para a oposição. Chamo-lhes “politicões” para não se confundirem com os políticos a sério, que os há em todas as bancadas parlamentares. Os “politicões” são uma espécie intermédia, não são bem políticos, no que a política tem de conhecimento, experiência, arte, técnica e carisma. Os “politicões” são, no fundo, os que se servem da política para fazer politiquice.

Dos ministros-académicos espera-se que no governo coloquem o seu saber e conhecimentos científicos ao serviço das políticas do governo a que aceitaram pertencer. O governo de António Costa integra, a par de políticos experientes, um conjunto de académicos de grande gabarito que constituem uma mais-valia na actividade do governo se não se deixarem cair na tentação e no enredo do jogo político puro e do dichote parlamentar gratuito, muito apreciado pelos media mas descredibilizador do trabalho…

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PSD, CDS e a democracia que nao sabem o que é

Pedro Marques Lopes no DN:

O que vários deputados do PSD e do CDS fizeram na Assembleia da República não foi nem menos nem mais do que uma falta de respeito pela própria instituição a que pertencem. Assistir a um deputado a dizer que há um primeiro-ministro não eleito é algo que só pode ter duas explicações: ou não sabe ao que concorre quando aceita ser candidato a deputado ou, sabendo, quer enganar as pessoas que o ouvem.

Já o que não é tolerável é um ex-primeiro-ministro e um ex-vice-primeiro-ministro fazerem as lamentáveis cenas de nem sequer se dirigirem a António Costa como primeiro-ministro ou fazerem piadinhas com vírgulas. Estadistas não insultam os mandatos dos deputados. E pessoas com as responsabilidades passadas e presentes de Passos Coelho e Paulo Portas não podem desrespeitar o Parlamento.

Esta espécie de estratégia de rapazinho a quem tiraram a bola não pode durar muito, claro está. Um partido como o PSD terá de ter uma oposição que mostre um caminho alternativo, mas ficará esta mancha dum tempo em que se mostrou não se saber lidar bem com as regras da democracia representativa, em que o partido não honrou o seu passado e deixou uma memória que pode sair-lhe cara no futuro.

Cronica na integra aqui

Quando o PSD fez aquilo de que hoje se queixa

Hoje o PS apresentou uma moção de rejeição mas apresenta também uma alternativa de governo.

Em 1999 o PSD apresentou uma moção de rejeição a um governo minoritario do PS sem apresentar uma alternativa.

Isto para o PSD na altura nao era “golpismo” era democracia. 

Recordando:

capture imageTenham vergonha!

Fonte: Acção Socialista